• Mônica Marks

Das vezes que fui à China


Shanghai, China
O lápis e o apontador, dois prédios famosos de Shanghai. (Acervo Pessoal)

Por conta da comemoração do Ano Novo chinês nesse fevereiro e do começo das Olímpiadas de Inverno, lembrei das vezes que fui à China. O ano, que agora começa para o povo chinês, será regido pelo Tigre. Está associado à vitalidade e à força, o que vem sendo apontado como um momento propício à superação da pandemia da Covid-19. Torcendo!


O Ano Novo é marcado pela primeira Lua Nova após o solstício de inverno. A data de começo do ano varia de ano para ano. Em 2022, seria o ano de 4720 no calendário chinês. Em geral, acontece entre os dias 20 de janeiro e 18 de fevereiro.


Estive na China pela primeira vez há 30 anos. Essa experiência foi em Hong Kong quando ainda era território britânico. Em 1997, foi devolvido ao governo chinês.


Algumas coisas sempre me chamaram muito a minha atenção: a precisão e uma enorme quantidade de mãos para construir algumas das mais espetaculares obras arquitetônicas do mundo. Isso é China!

Em Shanghai (foto acima), fiquei por 10 dias como turista com meu marido quando fui pela segunda vez. O calor e humidade da cidade eram impressionantes. Nasci no Rio de Janeiro, o que significa que estou habituada às altas temperaturas. Mas, mesmo assim, fiquei chocada. Acabei desistindo de prestar atenção ao calor. Precisava aproveitar o passeio.

Conheci uma das formas para driblar o calor com muita imaginação. Fui à uma loja especializada em vários tipos de massagem. Um deles era com uma enorme pedra de gelo que foi colocada na minha frente (foto acima). Um ventilador na minha direção tinha a missão de diminuir a sensação de calor. Funcionava como um falso ar-condicionado. Até que não foi tão ruim. Que imaginação!

Outro detalhe que me chamou também a atenção: comer é super importante para os chineses. A grande variedade de ofertas é o reflexo do tamanho da China . Os sabores são sensacionais e riquíssimos com especiarias locais e outras vindas de vários locais do mundo. Lembrando que Shanghai tem um grande número de expatriados. Os cardápios dos restaurantes da cidade demonstram essa característica.

Caixinhas de emergência disponibiliazadas para os hóspedes no hotel. (Acervo pessoal)

Meu marido e eu quase nos mudamos para lá uma vez. Mas, havia um detalhe complicado: céu azul é uma raridade por causa do fog. A vida em Shangai é muito rica em cultura e possibilita viagens incríveis.


Mas, o que eu pude sentir conversando com alguns expatriados - eu estava na cidade por causa do trabalho do meu marido - foi que as opções de diversão do dia a dia eram poucas, tais como, fazer compras, ir aos shoppings, comer e beber. Não é de todo mal, né? Mas, não foi o suficiente para impulsionar nossa mudança.


Pretendo voltar a passeio. Boas lembranças!


E, lá no Facebook e no Instagram sempre há novidades sobre as nossas andanças pelo mundo. Você já foi à China? Tem vontade de ir?

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