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  • Foto do escritorMônica Marks

Cinco dias em Londres


Todo mundo sabe que eu não moro em Londres, e, sim, em Basel na Suíça. Mas, a viagem de avião entre as duas cidades é só de 1 hora e 15 minutos. Um pouco mais que a ponte aérea Rio – São Paulo. Ou seja, sempre vale a pena mesmo para apenas cinco dias de folga.


Já morei em Londres. Conheço bem. Quando estou na cidade a passeio, escolho ficar no Soho. Não é o lugar mais chique, mas tem uma atmosfera muito vibrante com muitos restaurantes, cafés, lugares icônicos e alternativos com muita gente nas ruas. É preciso estar preparada para lutar por espaço nas calçadas.


Da próxima vez, vou tentar ficar em Mayfair, outro bairro que também tem muitas opções de gastronomia e de lojas. E, é mais calmo. Com o metrô é bem fácil de chegar. Apesar de que a estação não tem cem porcento de acesso para as pessoas com limites físicos, carrinhos de bebê, malas pesadas. É bem importante estar informada sobre esse tipo de característica de cada estação para não se decepcionar. E, claro, não cair em uma roubada.


ROTEIRO GASTRONÔMICO


Nessa minha temporada, comi muito e muito bem. Como fiquei só cinco dias, escolhi restaurantes interessantes e divertidos como o asiático “Sexy Fish”, uma loucura de lugar (foto acima). Fica em Mayfair e tem um precinho bem salgado como o molho shoyo. Ele é um misto de clube e restaurante com música bem alta. Para se ter uma ideia, o Iphone do meu amigo registrou 100 decibéis. Um secador de cabelo, por exemplo, emite 84 decibéis. Mas, a comida é divina.


Fomos também ao “Eksted”(foto acima), um restaurante sueco com a comida toda feita em um lugar lugar parecido com um forno a lenha. Delícia.


Na foto acima, o outro restaurante que fomos: “Amazônico”, meio latino meio japonês. Não é fusion food, mas é bem exótico e tem picanha também. Comemos arepas, aquele omeletinho com carne de caranguejo, com um caviar safadinho no topo para decorar.


TURISTA EM UMA CIDADE CONHECIDA


Para começar, visitamos uma atração recém aberta ao público. Atravessamos a Tower Bridge e andamos sobre o piso de vidro. Eu não tenho problemas com isso nem medo de altura. Mas, tem gente que tem.


Como não poderia faltar, fizemos algumas comprinhas, inclusive, na primeira loja da icônica designer britânica - uma das figuras principais do movimento punk dos anos 1970 e 1980 - Vivianne Westwood. Faleceu no fim de 2022, mas o marido mantem a marca e a loja vivas. No mesmo bairro, assistimos um filme de uma exposição de arte.


Visitamos também a super interessante e importante galeria de arte Saatchi que representa artistas e fotógrafos de mais de 110 países. Lá, vimos uma exposição de street art e do movimento punk em Londres e em Nova Iorque chamada Beyond the streets London.


Fomos também a dois shows: o da Tina Turner, a história da vida dela contada em musical mas não estrelado por ela, e Hamilton, um musical super famoso e querido por todo mundo. Super recomendo. Uma dica: não cante, não filme e não tire fotos durante as peças. É proibido. As fotos que tirei foram antes de cada espetáculo começar.



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