• Dani Paiva

Luto na monarquia britânica

Atualizado: Abr 11



Logo pela manhã, as notícias da morte do Príncipe Philip, o Duque de Edimburgo, começaram a tomar conta dos jornais e dos grupos de zap por aqui. Uma queda na monarquia britânica, um marco mundial.

Como de costume, o Palácio de Buckingham fez o anúncio sem revelar grandes detalhes sobre a causa da morte. Aos 99 anos, o Príncipe Philip deixa um legado de mais de 70 anos de serviços públicos.

Ele só encarou a aposentadoria quando fez 96 anos e parou de dirigir aos 97 depois de um acidente de carro provocado por ele. Era casado há 74 anos com a rainha Elizabeth II que completa 95 anos no dia 21 de abril. O casamento foi em 20 de novembro de 1947 com transmissão pela tevê.

O Palácio de Buckingham by Pixabay

Até o momento no qual escrevo essas linhas, não sabe qual será a programação para o funeral. Com certeza, será bem diferente para evitar aglomerações. (Atualizando: o funeral será no dia 17 de abril para um grupo pequeno de 30 pessoas na capela de São Jorge no Castelo de Windsor. O príncipe Harry vem dos Estados Unidos para a cerimônia. A esposa Megan Markle está grávida e foi desaconselhada a viajar.)


Dentre as homenagens, foram feitas 99 badaladas no sino da Igreja de Westminster a cada uma hora a partir das 18hs da sexta-feira, dia 9, horário Reino Unido.


Na minha bolha social, aqui, em Londres, pularam relatos de encontros com o príncipe que resultaram em atitudes e falas infames. Philip era conhecido pelo temperamento fora da curva gelada e contida da monarquia inglesa e por algumas gafes que se tornaram famosas. Por exemplo, ele se dizia o maior inaugurador de obras, prédios já que tinha muitos compromissos oficiais para descortinar as placas de inauguração. Foram 22.219 compromissos oficiais. Esteve no Brasil por duas vezes: em 1968 em companhia da Rainha Elisabeth e sozinho em 1962.

E se você não viu as ótimas séries "A Rainha" ou "The Crown", ambos na Netflix? Vale a pena ‘maratonar’ no fim de semana. A presença do príncipe é muito forte desde o namoro passando pela coroação precoce da rainha em 1953 - por conta da morte do pai, George VI - até toda a situação vivida na realeza quando a princesa Diana entra em cena.


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