• Mônica Marks

ArtBasel, dois anos depois


Depois de uma parada forçada por conta da pandemia, a ArtBasel volta dois anos depois. Eu que sou fã de arte no geral estava saudosa. Afinal, desde que o mundo vive essa ameaça do coronavírus que, aliás, ainda não sumiu, muitas instituições, museus e galerias deixaram de abrir suas portas.


Dessa vez, é bem verdade, com o avanço da vacinação e da diminuição de casos, enfim, a feira internacional ArtBasel ocupa de novo seu espaço no mundo das artes.

Só o prédio onde o evento acontece já é um show de arquitetura e de arte. Veja na foto acima. Em Basel, se respira arte. Uma peculiaridade interessante é que apesar dos suíços serem super conservadores e tradicionais, eles também são bem cabeça aberta para a arte contemporânea em um nível que às vezes até me surpreende.


Dessa vez, ao chegar à ArtBasel, antes de mais nada, tivemos que pegar nossos braceletes em uma área de “Certificação da Covid”. Mostramos nosso passaporte de vacinação no aplicativo. Para quem não tinha o passaporte digital, era possível apresentar um teste negativo da Covid-19. Sem um dos dois não era possível entrar.

Confesso que estava ansiosa por esse retorno. Passei alguns na Austrália e não compareci ao evento. Como vocês sabem, estava em Lisboa para o encontro do time do “Do Rio pra cá”. Se ainda não viu nada sobre a nossa reunião, o link está aqui. Voltei no dia seguinte para visitar a feira e me reencontrar com esse ambiente da ArtBasel dois anos depois.

Fotografei o mais que pude. Espero que vocês curtam e sintam pelas fotos a emoção e alegria que senti nesse retorno depois de dois anos.


A FEIRA INTERNACIONAL

“O principal foco de coleta entre os museus da Basileia são as artes plásticas: pintura, desenho e escultura.


Mais de uma dúzia de museus cobrem um espectro que se estende da antiguidade até o presente, que inclui obras de arte históricas e consagradas bem como criações pioneiras. Em particular, esta última categoria tornou-se cada vez mais acessível ao público nas últimas duas décadas em uma série de museus recém-inaugurados.


Existem coleções com um caráter mais local e regional. No entanto, vários museus da área, especialmente as instituições maiores, são conhecidos por sua orientação e alcance internacionais.


Basel se beneficia de uma longa tradição de colecionar que, ao contrário de muitos outros museus da Europa Central, não foi interrompida pelas guerras do século 20. Além disso, as conexões bem estabelecidas da cidade com o mercado de negociantes e colecionadores de arte por meio da ArtBasel” reforçam essa característica local.


Observo esse detalhe de apoio à inovação na arte em geral, também, nos palcos dos principais teatros da cidade. Eles reeditam clássicos da ópera e teatro, por exemplo, com um toque bem atual e, às vezes, político.


Eu participei de uma peça teatral com texto e de duas óperas apenas com o movimento de corpo. Em ambos, houve uma releitura radical. Os suíços têm dessas coisas: às vezes, me surpreendem com esse lado inovador.


Abaixo, um pouco de Brasil com nas fotos de Sebastião Salgado.


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